terça-feira, 18 de outubro de 2011

ATIVIDADES TICS 4.3 /2011 TUTOR O WILSON


ESCOLA MUNICIPAL Mª LÍGIA BORGES GARCIA


TEMA:  Bulliyng
SALAS QUE VAI SER DESENVOLVIDO:jardim ao 9º ano
NÚMERO DE ALUNOS ENVOLVIDOS: 490
TEMPO DE DURAÇÃO: maio a julho/2011
DISCIPLINAS ENVOLVIDAS: Língua Portuguesa, Cidadania, Ciências, Artes, Espanhol e Matemática.
APOIO NO DESENVOLVIMENTO: Mª Erineuda de Oliveira Ferreira 
JUSTIFICATIVA

A muito se sabe que os adolescentes, tem muita dificuldades em conviverem, sem  brigarem, colocarem apelidos uns nos outros, no entanto nos últimos anos a situação tornou-se cada vez pior, psicólogos e outros profissionais que trabalham com adolescentes, percebem que   é um problema a ser enfrentado, que está encontrado nas formas de atitudes agressivas, intencionais e repetida, ocorrendo sem ou com motivação banal, adotada por um ou mais estudantes contra outro(s),causando os mais variados tipos de sentimentos desagradáveis ao ser humano como, dor, angústia, medo, entre outros. Estas atitudes executadas dentro de  uma relação desigual de poder e resistência, portanto, os atos repetidos entre iguais e o desequilíbrio de poder são as características essenciais que tornam possível a intimidação da vítima. As vítimas de intimidação e chantagem recorrente do bullying, ocorrem normalmente em alunos sem defesas, incapazes de motivar responsáveis e professores para agirem em sua defesa. Trata-se de um problema que afeta as nossas escolas e comunidades, estando inserido em vários setores de nossa sociedade.
A televisão constantemente mostra exemplos de bulling, sondagens escolares mostram que existe em vários países. O padrão de incidência difere pouco de país para país. Embora seja difícil conseguir estatísticas com certa precisão e expressividade sobre a incidência do bullying, devido às diferentes formas de medição e definições, às respostas socialmente desejáveis, entre outros fatores, há resultados internacionais que devem ser considerados.
Justifica-se a implantação desse projeto, com a intenção de minimizar algo que pode afetar drasticamente a vida de pessoas, por toda uma vida de diversas formas, especialmente  psicologicamente, segundo psicólogos.

OBJETIVO GERAL
Desenvolver atividades que venham reduzir, prevenir, evitar, acabar com questão do bulliyng na Escola.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS

Refletir ações através de pesquisas relacionadas com o tema;
Produzir textos relacionados ao tema;
Ler livros que apresente os diversos ângulos do bulliyng;
Pesquisar casos semelhantes, para entender suas próprias atitudes;
Desenvolver palestras para os alunos menores;
Produzir cartazes relacionados ao tema;
Desenvolver  atividades que venham evitar qualquer tipo de agressão física ou moral entre pares (como colegas)
Evitar que o aluno seja vítima de agressão física e verbal;
Agir preventivamente contra o bullying;

ATIVIDADES PROPOSTAS PARA O PROJETO
- O que é bullying  e sua origem da palavra;
- Formas de bullying, onde acontece e o que fazer para evitar;
- Teatros;
- Palestra;
- Cartezes;
- Produções de livros e textos;

METOTOLOGIA
O trabalho será desenvolvido em etapas.
1ª ETAPA:  Os alunos  do 8º e 9º ano, farão pesquisas, para montagem de atividades que será desenvolvidas nas demais salas. Palestra, teatro, cartazes.
2ª ETAPA: Os alunos farão a apresentação do tema para demais salas, gradativamente.
3ª ETAPA: Os professores das demais salas trabalharam o tema em suas salas, com produções de textos, confecção de livrinhos e cartazes.
4ª ETAPA: Exposição dos trabalhos, teatro, dança, e apresentação em slides.

RECURSOS: tecnológicos usados; DVD, TV,computador, laptopes, som, 
 papéis diversos, cola, fita, tinta, pincel. E recursos humanos.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011



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domingo, 28 de agosto de 2011

ATIV. ARTIGO TRABALHO LÚDICO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

 O LÚDICO E O DESENVOLVIMENTO INFANTIL
O jogo faz parte da trajetória humana desde tempos imemoriais. Assim como a escrita, a linguagem, e outras tantas invenções, o jogo é fruto da criatividade dos seres humanos e sempre foi (é e será) utilizado para buscar perguntas e encontrar respostas sobre a própria existência humana e suas imensas possibilidades de desafios no viver. No jogo há mais que o simples brincar. Piaget levanta que temos, enquanto viventes, sempre duas questões essenciais para pensarmos; como se organizar e como se adaptar diante do vivido.   O jogo vai além da diversão, da interação humana: extrapola esse campo de sentido e vivencia humana para além desta condição, pois na prática de jogos existe emoção, subjetividade, além da razão. GONÇALVES (2003) nos revela que: O jogo revela uma lógica da subjetividade, tão necessária para a estruturação da personalidade humana, quanto à lógica formal das estruturas cognitiva. Piaget afirma que "O jogo é um tipo de atividade particularmente poderosa para o exercício da vida social e da atividade construtiva da criança", Deve-se acrescentar algo a esta afirmação?
Descreve quatro estruturas básicas de jogos infantis, que vão se sucedendo e se sobrepondo nesta ordem: Jogo de exercício, Jogo simbólico/dramático, Jogo de construção, Jogo de regras. A importância do jogo de regras, é que quando a criança aprende a lidar com a delimitação, no espaço, no tempo, no tipo de atividade válida, o que pode e o que não pode fazer, garante-se  uma certa regularidade que organiza a ação tornando-a orgânica. O valor do conteúdo de um jogo deve ser considerado em relação ao estágio de desenvolvimento em que se encontra a criança, isto é, como a criança adquire conhecimento e raciocina.
Numa visão psicopedagógica que procura integrar os fatores cognitivos e afetivos que atuam nos níveis conscientes e inconscientes da conduta, não se pode deixar de lado a importância do símbolo que age com toda sua força integradora e auto-terapêutica no jogo, atividade simbólica por excelência. Abrir canais para o simbólico do inconsciente não é só promover a brincadeira de "faz de conta" ou o desenho. Qualquer jogo, mesmo os que envolvem regras ou uma atividade corporal, dá espaço para a imaginação, a fantasia e a projeção de conteúdos afetivos, mais ou menos conscientes, além, são claro, de toda a organização lógica que está ali implícita. Por isso, devem-se poder compreender as manifestações simbólicas e procurar adequar as atividades lúdicas às necessidades das crianças. Para tal desenvolvimento, continuar a estudar as idéias de Jean Piaget é fundamental. A partir da evolução das estruturas mentais propostas por Piaget, temos os chamados jogos de exercício (para a etapa de 0 a 2 anos, conhecido como estágio sensório-motor), os jogos simbólicos (para a etapa de 2 a 7 anos), denominado de estágio pré-operatório e os chamados jogos de regras (designado para crianças a partir de 7 anos). Óbvio que esta classificação por faixa etária não é nenhuma “camisa-de-força”, pois as subjetividades de cada um se constroem de modo diferenciado, a partir de suas diferenciadas vivências experiências.  
Piaget (1998) acredita que ele é essencial na vida da criança.  De início tem-se o jogo de exercício que é aquele em que a criança repete uma determinada situação por puro prazer, por ter apreciado seus efeitos. Em torno dos 2-3  e 5-6 anos nota-se a ocorrência dos jogos simbólicos, que satisfazem a necessidade da criança de não somente relembrar o mentalmente o acontecido, mas de executar a representação.Em período posterior surgem os jogos de regras , que são transmitidos socialmente de criança para criança e por conseqüência vão aumentando de importância de acordo com o progresso de seu desenvolvimento social. Para Piaget, o jogo constitue-se em expressão e condição para o desenvolvimento infantil, já que as crianças quando jogam assimilam e podem transformar a realidade.
Já Vygotsky (1998), diferentemente de Piaget, considera que o desenvolvimento ocorre ao longo da vida e que as funções psicológicas superiores são construídas ao longo dela. Ele não estabelece fases para explicar o desenvolvimento como Piaget e para ele o sujeito não é ativo nem passivo: é interativo. Segundo este sutor, a criança usa as interações sociais como formas privilegiadas de acesso a informações: aprendem a regra do jogo, por exemplo, através dos outros e não como o resultado de um engajamento individual na solução de problemas.  Desta maneira, aprende a regular seu comportamento pelas reações, quer elas pareçam agradáveis ou não.
Enquanto Vygotsky fala do faz-de-conta, Piaget fala do jogo simbólico, e pode-se  dizer segundo Oliveira (1997) que são correspondentes. “O brinquedo cria uma Zona de Desenvolvimento Proximal na criança”. (Oliveira, 1977: 67), lembrando que ele afirma que a aquisição do conhecimento se dá através das zonas de desenvolvimento: a real e a proximal.  A zona de desenvolvimento real é a do conhecimento já adquirido, é o que a pessoa traz consigo, já a proximal, só é atingida, de início, com o auxílio de outras pessoas mais “capazes”, que já tenham adquirido esse conhecimento. “As maiores aquisições de uma criança são conseguidas no brinquedo, aquisições que no futuro tornar-se-ão seu  nível básico de ação real  e moralidade (Vygotsky, 1998).
Piaget (1998) diz que a atividade lúdica é o berço obrigatório das atividades intelectuais da criança, sendo,  por isso, indispensável à prática educativa (Aguiar, 1977: 58). Na visão sócio- histórica de Vygotsky, a brincadeira, o jogo, é uma atividade específica da infância, em que a criança recria a realidade usando sistemas simbólicos. Essa é uma atividade social, com contexto cultural e social.
Para Vygotsky, citado por Wajskop (1999:35): ...a brincadeira cria para as crianças uma zona de desenvolvimento proximal que não é outra coisa senão a distância entre o nível atual de desenvolvimento, determinado pela capacidade de resolver independentemente um problema, e o  nível de desenvolvimento potencial, determinado através da resolução de um problema, sob a orientação de um adulto, ou de um companheiro mais capaz. Vygotsky, citado por Lins (1999), classifica o brincar em algumas fases: durante a primeira fase a criança começa a se distanciar de seu primeiro meio social, representado pela mãe, começa a falar, andar e movimentar-se em volta das coisas. Nesta fase, o ambiente a alcança por meio do adulto e pode-se dizer que a fase estende-se até em torno dos sete anos. A segunda fase é caracterizada pela imitação, a criança copia os modelos dos adultos. A terceira fase é marcada pelas convenções que surgem de regras e convenções a elas associadas.
Vygotsky (1989: 109), ainda afirma que: é enorme a influência do brinquedo no desenvolvimento de uma criança. “É no brinquedo que a criança aprende a agir numa esfera cognitiva, ao invés de numa esfera visual externa, dependendo das motivações e tendências internas, e não por incentivos fornecidos por objetos externos”.A noção de “zona proximal de desenvolvimento” interliga-se portanto, de maneira muito forte, à sensibilidade do professor em  relação às necessidades e capacidades da criança e à sua aptidão para utilizar as contingências do meio  a fim de dar-lhe a possibilidade de passar do que sabe fazer para o que não sabe.
As brincadeiras que são oferecidas à criança devem estar de acordo com a zona de desenvolvimento em que ela se encontra, desta forma, pode-se perceber a importância do professor conhecer a teoria de Vygotsky. No processo da educação infantil o papel do professor é de suma importância, pois é ele quem cria os espaços, disponibiliza materiais, participa das brincadeiras, ou seja, faz a mediação da construção do conhecimento. A desvalorização do movimento natural e espontâneo da criança em favor do conhecimento estruturado e formalizado ignora as dimensões educativas da brincadeira e do jogo como forma rica e poderosa de estimular a atividade construtiva da criança. É urgente e necessário que o professor procure ampliar cada vez mais as vivências da criança com o ambiente físico, com brinquedos, brincadeiras e com outras crianças.
O jogo, compreendido sob a ótica do brinquedo e da criatividade, deverá encontrar maior espaço para ser entendido como educação, na medida em que os professores compreenderem melhor toda sua capacidade potencial de contribuir para com o desenvolvimento da criança. NEGRINE (1994:20), em estudos realizados sobre aprendizagem e desenvolvimento infantil, afirma que. Quando a criança chega à escola, traz consigo toda uma pré-história, construída a partir de suas vivências, grande parte delas através da atividade lúdica. EX: os conhecimentos aprendidos na sociedade em que vive, família, Igreja, comunidade  e etc.
Segundo esse autor, é fundamental que os professores tenham conhecimento do saber que a criança construiu na interação com o ambiente familiar e sociocultural, para formular sua proposta pedagógica. Entende-se, a partir dos princípios aqui expostos, que o professor deverá contemplar a brincadeira como princípio norteador das atividades didático-pedagógicas, possibilitando às manifestações corporais encontrarem significado pela  ludicidade presente na relação que as crianças mantêm com o mundo.
Porém essa perspectiva não é tão fácil de ser adotada na prática. Pode-se perguntar: como colocar em prática uma proposta de educação infantil em que as crianças desenvolvam, construam/adquiram conhecimentos e se tornem autônomas e cooperativas?  Como os professores favorecerão a construção de conhecimentos se não forem desafiados a construírem os seus? O caminho que parece possível implica pensar a formação permanente dos profissionais que nela atuam.
...é preciso que os profissionais de educação infantil tenham acesso ao conhecimento produzido na área da educação infantil e da cultura em geral, para repensarem sua prática, se reconstruir enquanto cidadãos e atuarem enquanto sujeitos da produção de conhecimento. E para que possam, mais do que "implantar" currículos ou "aplicar" propostas à realidade da creche/pré-escola em que atuam, efetivamente participar da sua concepção, construção e consolidação”. (Kramer apud MEC/SEF/COEDI, 1996 p.19).

No jogo simbólico a criança sofre modificações, a medida que vai progredindo em seu desenvolvimento rumo à intuição e à operação. E finalmente, numa tendência imitativa, a criança busca coerência com a realidade.  Na pré-escola, o raciocínio lógico ainda não é suficiente para que ela dê explicações coerentes a respeito de certas coisas. O poder de fantasiar ainda prepondera sobre o poder de explicar.   Então, pelo jogo simbólico, a criança exercita não só sua capacidade de pensar ou seja, representar simbolicamente suas ações, mas também, suas habilidades motoras, já que salta, corre, gira, transporta, rola, empurra, etc. Assim é que se transforma em pai/mãe para seus bonecos ou diz que uma cadeira é um trem. Didaticamente devemos explorar com muita ênfase as imitações sem modelo, as dramatizações, os desenhos e pinturas, o faz de conta, a linguagem, e muito mais, permitir que realizem os jogos simbólicos, sozinhas e com outras crianças, tão importantes para seu desenvolvimento cognitivo e para o equilíbrio emocional.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
AGUIAR, José Serapião. Jogos para o Ensino de Conceitos. Campinas: Papirus, 1997.

ALEXANDER, Gerda. Um Caminho para a Percepção Corporal. São Paulo: Martins

ANTUNES, Celso. A Teoria das Inteligências Libertadoras. 2. ed. Petrópolis, RJ: VozesFontes, 1983.

ANTUNES, Celso. As Inteligências Múltiplas e seus Estímulos. Campinas: Papirus, 1998.

BAKHTIN, M. (1995) Marxismo e filosofia da Linguagem, São Paulo, HUCITEC.

BRUNER, Jerome (1986)  Jeu, pensé et langage, In Perspectives, Vol. XVI, n. 57, p.83-90.

BROWN, Guillermo. Jogos Cooperativos - Teoria e Prática

CAMPOS Maria Célia Rabello Malta, em entrevista no site: www.psicopedagogia.com.br   

CARVALHO, Ana M. A. e outros (1996) Registro em vídeo na Pesquisa em Psicologia: reflexões a partir de relatos de experiência, in Psicologia: Teoria e Pesquisa, Vol 12, n. 03, p. 261-267, set-dez.

CHEVALLARD, Y. LA (1985) La transposition didatique: du savant au savoir enseigné, Grenoble, La pensé sauvage.

COSTA, N. B. A produção do discurso lítero-musical brasileiro, tese de doutorado, PUC-SP, 2001.

DOHME, Vania D’Angelo. 32 Idéias Divertidas que Auxiliam o Aprendizado. Série Idéias. São Paulo: Informal Editora, 1998.
   

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

atividade 2.6 modulo II tics

  RELATÓRIO AVALIAÇÃO DO PLANEJAMENTO

O planejamento foi realizado na sala do 4º ano, a  aula começou com as explicações sobre como seria a aplicação do planejamento, onde os alunos, a principio se interessaram se mostrando preocupados e anciosos para começarem a trabalhar com as leituras proposta no planejamento, na  seqüência os alunos após organizarem os laptos acessaram o site http://www.contandohistoria.com/, lá tiveram a oportunidade de ler diversas histórias infantis e dizer qual ou quais lhes chamou ou chamaram a atenção, e foi  muito interessante porque mesmo  como sabemos as crianças não gostam muito de ler, eles se concertaram e leram não só uma nem duas mas várias historinhas, depois foi realizada  a socialização das leituras e ficou muito interessante a discussão do grupo, o interesse de todos foi muito bom ( é interessante ressaltar  que essa turma normalmente é muito agitada) mas nesta aula não foi difícil  trabalhar com o grupo, depois foi realizada a um apanhado sobre quantos textos foram lidos pelos alunos, e para minha surpresa muitos leram mais de quatro textos, que foi sugerido para a professora de sala que depois realizasse um gráfico com esses dados e continuasse a aula, que até aquele ponto estava sendo muito proveitosa, também foi elaborado um texto no kword, com a opinião dos alunos sobre os textos lidos, que também será dado continuidade com a professora de sala, com as ilustrações dos textos no tuxpaint. Os materiais serão expostos no final do ano no final do projeto de leitura.














PLANEJAMENTO USANDO AS TECNOLOGIAS.


ESCOLA MUNICIPAL MARIA LÍGIA BORDES GARCIA – PONTA PORÃ
Maria Erineuda de Oliveira Ferreira
Plano de aula  Leitura, escrita produção de texto individual e coletiva
Anos  4º A Maturino

Tempo estimado 
10 aulas
Objetivos 
- Apreciar a leitura de um clássico da literatura. 
- Apropriar-se da linguagem típica de contos de aventura. 
- Reescreve o texto coletivamente, utilizando os laptops
Conteúdos
- Leitura. 
- Produção de texto - Tipologia textual – Estruturação de texto – Pontuação.

Desenvolvimento 
1ª etapa

Dividir a turma em grupos de três alunos, apresentar à turma  o site
http://www.contandohistoria.com/ que contém historinhas infantis, os alunos irão  ler no mínimo três historinhas cada grupo vai discutir as historinhas fazer comparações entre elas.
2ª etapa
Convidar as crianças a comentar as histórias que leram, que pontos foram mais interessantes e os que não foram, apresentar esse comentário através de um texto, realizado no kword  e  do tuxpaint  um para escrever, outro para representar seu texto através de desenho . Todos os alunos deverão digitar o seu texto em separado.


3ª etapa
Após a apresentação de todos, será realizado um texto de toda turma, com uma avaliação, discutindo de uma forma geral as semelhanças e diferença entre os textos e neste momento será trabalhado a tipologia textual, estrutura de texto e pontuação.  O texto final de toda turma será postado no meu blog
http://amigo-maria.blogspot.com/

AVALIAÇÃO: Observando as produções e participação dos alunos no decorrer na aplicação do plano, também auto-avaliação do professor e dos alunos e da aula como uma todo.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011


ATIVIDADE 2.7 TICS 2011


ESCOLA MUNICIPAL Mª LÍGIA BORGES GARCIA

TEMA:  Bulliyng
NÚMERO DE ALUNOS ENVOLVIDOS: 490
TEMPO DE DURAÇÃO: Fevereiro a julho/2011
DISCIPLINAS ENVOLVIDAS: Língua Portuguesa, Cidadania, Ciências, Artes, Espanhol e
Matemática.
APOIO E DESENVOLVIMENTO: Mª Erineuda de Oliveira Ferreira

JUSTIFICATIVA


A muito se sabe que os adolescentes, tem muita dificuldades em conviverem, sem  brigarem, colocarem apelidos uns nos outros, no entanto nos últimos anos a situação tornou-se cada vez pior, psicólogos e outros profissionais que trabalham com adolescentes, percebem que   é um problema a ser enfrentado, que está encontrado nas formas de atitudes agressivas, intencionais e repetida, ocorrendo sem ou com motivação banal, adotada por um ou mais estudantes contra outro(s),causando os mais variados tipos de sentimentos desagradáveis ao ser humano como, dor, angústia, medo, entre outros. Estas atitudes executadas dentro de  uma relação desigual de poder e resistência, portanto, os atos repetidos entre iguais e o desequilíbrio de poder são as características essenciais que tornam possível a intimidação da vítima. As vítimas de intimidação e chantagem recorrente do bullying, ocorrem normalmente em alunos sem defesas, incapazes de motivar responsáveis e professores para agirem em sua defesa. Trata-se de um problema que afeta as nossas escolas e comunidades, estando inserido em vários setores de nossa sociedade.
A televisão constantemente mostra exemplos de bulling, sondagens escolares mostram que existe em vários países. O padrão de incidência difere pouco de país para país. Embora seja difícil conseguir estatísticas com certa precisão e expressividade sobre a incidência do bullying, devido às diferentes formas de medição e definições, às respostas socialmente desejáveis, entre outros fatores, há resultados internacionais que devem ser considerados.
Justifica-se a implantação desse projeto, com a intenção de minimizar algo que pode afetar drasticamente a vida de pessoas, por toda uma vida de diversas formas, especialmente  psicologicamente, segundo psicólogos.

OBJETIVO GERAL
Desenvolver atividades que venham reduzir, prevenir, evitar, acabar com questão do bulliyng na Escola.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Refletir ações através de pesquisas relacionadas com o tema;
Produzir textos relacionados ao tema;
Ler livros que apresente os diversos ângulos do bulliyng;
Pesquisar casos semelhantes, para entender suas próprias atitudes;
Desenvolver palestras para os alunos menores;
Produzir cartazes relacionados ao tema;
Desenvolver  atividades que venham evitar qualquer tipo de agressão física ou moral entre pares (como colegas)
Evitar que o aluno seja vítima de agressão física e verbal;
Agir preventivamente contra o bullying;
ATIVIDADES PROPOSTAS PARA O PROJETO
- O que é bullying  e sua origem da palavra;
- Formas de bullying, onde acontece e o que fazer para evitar;
- Teatros;
- Palestra;
- Cartezes;
- Produções de livros e textos;

METOTOLOGIA
O trabalho será desenvolvido em etapas.
1ª ETAPA:  Trabalho com os alunos do 6º ao 9º ano, que  farão pesquisas, para montagem de atividades que será desenvolvidas nas demais salas. Palestra, teatro, cartazes.
2ª ETAPA: Os alunos farão a apresentação do tema para demais salas, gradativamente.
3ª ETAPA: Os professores das demais salas trabalharam o tema em suas salas, com produções de textos, confecção de livrinhos e cartazes.
4ª ETAPA: Exposição dos trabalhos, teatro, dança.
RECURSOS: Computador, laptop, papéis diversos, cola, fita, tinta, pincel. E recursos humanos.
REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICA

d) Conteúdos estudados no projeto - por área, se for projeto interdisciplinar.
O projeto abrangeu, além da disciplina de cidadania que esta diretamente ligada ao assunto, contribuiu também, Língua portuguesa que trabalhou as diversas leituras, produção dos textos para verificação do índice de bullying cometido e recebido pelos alunos, entrando a matemática para montagem do gráfico que visa explicitar o índice de bullying que acontece na escola. A disciplina de ciências trabalhou a questão da saúde de pessoas que são vítimas do bullying, incluindo palestra com um psicólogo, durante o transcorrer do projeto.
e) Tecnologias utilizadas - livros, internet, software (qual?), retroprojetor, ...
Os alunos além dos sites de busca, para realização de pesquisas, o youtube, também foi utilizado, a planilha eletrônica para construção dos gráficos. O data show e o notebook para apresentação das palestras, e o kword para digitar as produções de reflexões finais.
f) Descrição geral - Principais atividades desenvolvidas no projeto.
Houve aulas de pesquisas, apresentação de vídeos e relato de experiências, palestras com psicólogo, produção de texto com relato dos alunos expondo se já sofreram ou cometeram bulliyn gráficos para medir o percentual desses alunos  que praticam ou sofrem bulliyng e no fim um texto reflexivo sobre a importância do projeto para a escola e os alunos.
g) Comentários - avaliação individual do projeto a partir das leituras realizadas, mencionando como os laptops poderiam ter sido usados (se não foram) para melhorar o projeto desenvolvido.
Esse projeto foi implantado em 2007, diante de um quadro muito triste de bulliyn na escola, desde então ele vem sendo trabalhado e melhorado a cada ano, os resultados são visíveis no comportamento e postura dos alunos, com certeza não acabou essa pratica, por isso continuamos, mas minimizou muito, este ano em especial os laptops foi de muita importância, pois os alunos poderão vir no horário oposto para fazer pesquisas, sem precisar usar a sala de tecnologia e a aula não se estender só em pesquisa, ele já tem autonomia para pesquisar compilar dados para trabalhar nas aulas, assim acreditamos que a aquisição do conhecimento é muito mais rápida, prazerosa e com certeza realmente retida pelos anos. Também os laptops foi usado para digitação dos textos e gráficos.

atividade 2.7 modulo II tics

PROJETO DESENVOLVIDO NA ESCOLA Mª LIGIA BORGES GARCIA - PONTA PORÃ
PROJETO DE  AUTO-ESTIMA, VALORIZAÇÃO DA ESCOLA E AVERSÃO AO BULLYNG

DURAÇÃO DO PROJETO:  de fevereiro a dezembro;
TEMPO: Uma vez por semana no período vespertino e matutino mais o mais  ou meia hora.
REALIZAÇÃO: Profª Mª Erineuda de Oliveira Ferreira( Diretora
PUBLICO ALVO: Todos os alunos funcionários e professores da Escola
  JUSTIFICATIVA
Justificando a necessidade de levar aos alunos mensagens, que faça com que ele reflitam sobre suas ações e atitudes, diante dos colegas, já que , hoje percebe-se que as famílias estão de certa forma desestruturadas, os pais não tem tempo de conversar com seus filhos, porque tanto pai quanto mãe precisam trabalhar fora para manter as famílias;
Justificando a dificuldade que é de pessoas de família diferentes se relacionarem em paz e harmonia já que a violências impera na sociedade por falta de fé e pela perda dos valores, que foram se perdendo ao longo dos anos, o projeto visa  refletir junto com os alunos, assuntos dos quais eles necessitam para se tornarem futuros cidadão honestos e corretos;
Justificando  que a Escola Mª Lígia em 2005, apresentava um quadro de desordem, falta de cumprimento a regras  e  muitos casos de bullyng, inclusive devido a escolar ter um grande número de alunos residindo no  paraguaios que tem uma cultura diferente em relação a valore, era um quadro muito grave, de bullyngs e até falta de respeito com funcionários da escola, o projeto veio para barrar todo e qualquer ato que possa relar a integridade de qualquer pessoa que faça parte da escola incluindo aluno e funcionários, elevando a auto-estima dos que possam de alguma forma algum dia ter sofrido discriminação.
Justificando a falta de respeito e valorização da escola, já que riscavam e quebrava tudo que podiam na escola, cadeiras, vidro, lixeiras entre outras coisas que conseguiam, o projeto veio para procurar resgatar esses valores perdidos, em relação a regras de convivência e a importância de preservar a escola como um espaço que é considerado como o segundo lar dos alunos.

OBJETIVO GERAL

 Desenvolver o ato de conviver em harmonia, cumprir regras, respeitar o próximo e refletir sobre seus atos e atitudes.

OBJETIVOS ESPECÌFICOS

Desenvolver o ato de cumprir regras;
Perceber a importância de pensar antes de falar e/ou agir/
Reconhecer a importância respeitar o próximo e se relacionar bem;
Entender a importância da espiritualidade;

METODOLOGIA
O projeto acontece uma vez por semana em dias alternados, desde 2006, onde são lidas passagens bíblicas, ou textos reflexivos onde se trabalha valores, como a mentira, o roubo, a mágoa, o amor, a fofoca e suas conseqüências, as normas de convivência em grupo entre outros que forem necessários de acorde com os registros disciplinares das turmas, na oportunidade é feito oração e há ao final de cada reflexão o momento cívico.

OBS: Esse é um projeto que foi lançado na Escola Mª Lígia desde 2006, vem dando bons frutos, hoje os alunos já respeitam mais a Escola e aqueles que lá estão, os problemas que temos hoje , não é mais com os adolescentes, são as crianças, pois a pouco estão na escola e percebe-se que cada vez mais está difícil lidar com as crianças e as famílias. No entanto os adolescentes que estudam a mais tempo na escola  e já conseguem refletir sobre as reflexão que são passadas com certeza é bem diferentes.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

TEXTO USANDO O RECURSO HIPERTEXTO


Navegar

O Hipertexto foi criado em boa hora, pois possibilita que você navegue em conteúdos que necessita sem precisar recorrer muitas vezes a um dicionário por exemplo, pois muitas palavras que você tem dúvidas poderão estar  com  link e você passa  e ver o que significa, assim poderá em uma só leitura viajar por diversos caminhos e aprender sobre vários assuntos ao mesmo tempo, é muito usado por exemplo com relação a especificação de produtos, onde você vai até os detalhes do produto caso deseje conhecer melhor, em fim existe muitas vantagens do hipertexto, há quem diga que o hipertexto pode estar fragmentando o texto, porém isso é muito relativo depende de quem esta utilizando, é claro que tudo na vida tem suas vantagens e desvantagens, pessoalmente acredito que pode ter mais vantagens do que desvantagens Tecnicamente, um hipertexto é um conjunto de dados ligados entre si por conexão, que podem ser palavras, imagens, gráficos seqüências sonoras, etc. Particularmente gosto de navegar sabendo que tenho uma recurso desse tipo que ajuda muito a ganhar tempo e mais conhecimento. Hoje navegar na internet é algo extremamente prazeroso, diante da imensidão de recursos, informação, comércios entre outras coisas, inclusive fazer amigos e estreitar relacionamentos. Acredito que o mundo não é mais o mesmo nem de longe depois da internet, você fala com pessoas do mundo inteiro sem gastar nada. Já tenho internet a muitos anos pois sempre fui uma apaixonada pelas tecnologias, infelizmente não sei muito sobre o assunto, porém sou curiosa, então vivo procurando aprender exatamente, quando estou  navegando a deriva.






quarta-feira, 13 de julho de 2011

Reflexão

Você passa a vida inteira achando que esta fazendo tudo certo, que um dia vai mudar  tudo e poderá conseguir ser feliz com alguém que idealizou e sonhou, de repente você percebe que a sua vida inteira foi uma verdadeira mentira, cheia de ilusões e sonhos que nunca iriam se realizar, e o que faz? fica no fundo do poço? não, pelo contrário, as surras que você levou da vida esse tempo todo te fortalecerá para que consiga levantar a poeira e dar novamente a volta por cima, mas isso só acontecerá se você estiver um Deus maravilhoso no teu coração, se a tua fé for de fora para dentro, se o teu coração estiver em Deus, porque só assim você não conseguirá guardar mágoas nem rancores diante das ciladas da vida. Nunca deixe tua fé  falhar, pois é ela que te fortalecerá quando precisar.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

É interessante refletir uma pouco

Comentário de Max Gheringer - Rádio CBN.
09/03/07 (sexta)7:55 hs - Falando sobre o mercado de trabalho.
O texto a seguir é uma transcrição da gravação daquele dia.
"Existem muitos gurus que sabem dar respostas criativas às grandes questões  sobre o mercado de trabalho.
Aqui vai um pequeno resumo da entrevista com o  famoso Reynold Remhn:
Pergunto: Ainda é possível ser feliz num mundo tão competitivo?
Resposta: Quanto mais conhecimento conseguimos acumular, mais entendemos que ainda falta muito para aprendermos. É por isso que sofremos.
Trabalhar em excesso é como perseguir o vento. A felicidade só existe para quem souber aproveitar agora os frutos do seu trabalho.
Segunda pergunta: O profissional do futuro será um individualista?
Resposta: Pelo contrário. O azar será de quem ficar sozinho, porque se cair, não terá ninguém para ajudá-lo a levantar-se.
Terceira pergunta: Que conselho o Sr. dá aos jovens que estão entrando no mercado de trabalho?
Resposta: É melhor ser criticado pelos sábios do que ser elogiado pelos insensatos. Elogios vazios são como gravetos atirados em uma fogueira.
Quarta pergunta: E para os funcionários que tem Chefes centralizadores e perversos?
Reposta: Muitas vezes os justos são tratados pela cartilha dos injustos, mas isso passa. Por mais poderoso que alguém pareça ser, essa pessoa ainda será incapaz de dominar a própria respiração.
Última pergunta: O que é exatamente sucesso?
Resposta: É o sono gostoso. Se a fartura do rico não o deixa dormir, ele estará acumulando, ao mesmo tempo, sua riqueza e sua desgraça.
Belas e sábias respostas.
Eu só queria me desculpar pelo fato de que não existe nenhum Reynold Remhn. Eu o inventei. Todas as respostas, embora extremamente atuais